sábado, abril 23, 2011
Worried
Há preocupações que se instalam. Que alastram e se fixam como se de uma tatuagem se tratasse.
quinta-feira, abril 21, 2011
Ideia para um novo paradigma no mundo da monarquia
Acho que a monarquia está a precisar de uma boa lufada de ar fresco. Penso que 99% das pessoas está um bocado farta de ver os membros desta "classe" ora com o ar sério e sereno nos eventos públicos ora em situações muito embaraçosas quando apanhados por qualquer paparazzo no mundo.
É preciso mudar.
É preciso que todos adoptem outras posturas, mais consentâneas com uma igualdade ou com uma equiparação entre todos.
E porque não com este William e esta Kate??
sexta-feira, abril 01, 2011
quarta-feira, março 30, 2011
quinta-feira, março 24, 2011
Num coração aberto
Num coração aberto, para além da incomensurável esperança, há sempre lugar para o bom humor, o respirar fundo de alívio, um espreguiçar bonacheirão, dois dedos de conversa, um sorriso que permeia uma ironia envergonhada, uma serenidade quase tacteável…
segunda-feira, março 14, 2011
Fintas
Driblas-me sempre as perguntas e conservas as respostas num qualquer bolso das tuas impecáveis vestes. Sabes que sinto que me escapas mas nunca desces da tua irrepreensível plataforma. Não te conheço a verdadeira face, aquela que tanto se apresenta lavada em lágrimas de dor ou emoção, como exuberante de alegria. O semblante é ora sereno, ora severo, mas sempre impenetrável. À tua volta gravitam ideias firmes antagonizadas com uma certa insensatez que outrora ousou tentar-te, mistérios insondáveis, sombras que ora vão, ora voltam, mecanicamente ensaiadas num certo contexto etéreo.
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Clareira
Ouvi-o dizer, ao telefone:
- Não, não estou zangado. Eu sou muito paciente.
E aquela frase, em vez de me fazer borbulhar de raiva e querer agarrá-lo pelos colarinhos para o abanar e dizer-lhe que sim, que eu me tinha comportado como uma perfeita idiota, que um carroceiro ao pé de mim parecia um menino do coro, que as palavras que tinham saído da minha boa e o tom que empreguei quando as proferi foram de uma rudeza incomensurável… vi-me a sorrir e a achar aquele gesto enternecedor. E sei que ele percebeu que alguma gota de doçura tinha conseguido espalhar-se em mim.
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
sábado, fevereiro 12, 2011
Em modo de solilóquio
É perfeitamente revoltante constatar uma e outra vez que não somos apoiados nas nossas decisões de vida. Implica ter duplas certezas das nossas intenções, implica saber que se vai fazer o caminho sozinho, implica ter que arcar com o mundo às costas e nem ter direito a reclamar pelo excessivo peso.
Quando a atitude já não é novidade e depois de resolvido o nó no estômago, partimos à luta, como habitualmente. Será um repetir de gestos: arregaçar as mangas, ver as instruções, rever mentalmente o plano a seguir, garantir que o plano B, C e D estão prontos a ser accionados, confirmar se todas as forças estão no nível correcto e avançar. Acaba por ser sempre uma descoberta contínua em que, praticamente impedidos de partilhar, acumulamos comoções e vamos enchendo os espaços até há pouco preenchidos pelo vazio. Há forças agora aglutinadas que nos transportam para outro plano, onde um certo contentamento discreto acaba por quase eliminar a dificuldade vivida na partida.
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Não ser infeliz
Penso que é muito simples não ser infeliz.
Não se trata de uma frase dita ao acaso ou que tenha segundas intenções ou inúmeras interpretações. É mesmo só isso: a infelicidade não tem que ser a moldura dos nossos dias só porque não conseguimos atingir o tão almejado estado de delirante felicidade. Ou estarei enganada?
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