quarta-feira, janeiro 13, 2010

Prazo

Ontem fui ver o filme Julie and Julia e… fez-me bem. Não por ser um grande filme, porque não é. Também não foi pela história que também não impressiona por aí além. Claro que como conta com a maravilhosa e incomparável Meryl Streep no elenco despertou-me a curiosidade e confesso que me diverti a vê-la na pele daquela dedicada Julia Child tão especial e única. Mas o que realmente me marcou em relação ao filme foi o facto de a Julie conceder um prazo ao futuro, para a realização do seu pequeno sonho. Senti que era isso que eu deveria ter feito já há muito tempo. Afinal, se já fui capaz de arregaçar as mangas e ir atrás de um sonho, porque não voltar a fazê-lo?? E desta vez, com um prazo. É urgente reunir coragem e definir um prazo, caso contrário vou passar mais uma infinidade de semanas ou meses ou anos a deixar-me escorregar e a ficar aninhada na confortável facilidade do conformismo.

3 comentários:

fd disse...

O nosso tempo é finito. Pressão por pressão, pode ser uma variação interessante definir prazos para os objectivos em vez de se ficar num confortável desconforto misturado com objectivos vagos. De qualquer forma, os planos podem ser periodicamente revistos.

Dexter disse...

Ainda não vi esse filme, mas sobre o que escreveste, podes crer, por vezes é a única forma de conseguirmos lá chegar, caso contrario, ficamos na nossa área de conforto e comodismo e os sonhos continuam isso mesmo, apenas um sonho, e o tempo passa...
Espero que cumpras o teu prazo para realizares o teu sonho, e principalmente que o tornes uma realidade.
E não te esqueças de "saborear" esse percurso também, sim porque realizar um sonho só por si não chega, é preciso também apreciar a sua realização, uma conquista de cada vez até la chegar.
Árduo caminho esse , mas certamente maravilhoso.
Bons sonhos realizados , é o que eu te desejo
Beijos

[k]Élida disse...

Recomendo a leitura do livro: "Julie & Julia", assim como o "Minha vida na frança" que são as lembranças de Julia Child.
Foi mesmo impressionante o que Julie fez, assim como Julia. A segunda não tinha um prazo, mas vontade de fazer algo, de ser alguém, e não para os outros, para ela mesma. Isto também é valido, e nem sempre seguimos desta forma com ações, mas o nosso dia-a-dia está repleto de pequenos desejos alcançados. Nem sempre o grande é o que nos torna completos!